10.2.10

TRILOGIA SUJA DE FINDIMUNDO RESBERG

Desde que o mundo é mundo... o crioulo doido é o melhor samba.


Julieta menina. Rica sem causa. Depois da morte do Romeu, apaixonou-se por um homem casado e acreditando veementemente que ele a amava, o então, casado não era.
Vestida do costumeiro tom trágico, mordida pela cobra do éden, suicidou na fogueira de sua própria vaidade, deixando apenas uma carta contendo a letra de ‘A Maçã’*.

Joanna ouvia vozes, ouvia vozes a Joanna, que lhe diziam que ela não era como as outras. Pobre cérebro de Joanna. Uma peça defeituosa da fábrica, que não sabia ser uma peça, não sabia ser de uma fábrica, não sabia que tinha defeito. Surtada Joanna tapou os ouvidos e nua saiu no carnaval. Sobre um alegórico jegue branco, a surda não dera atenção, que o ruminante era pra ser ocupado pela princesa sem noção.

Eva casada, lavando roupa sobre pedra-pomes na beira do rio, estava a ser observada por um homem, aquela moça tinha algo especial. Convidou-a para ser sua garota do Lotação. Pois que no meio da madrugada o telefone acorda o carnegão. Era a ingrata. Matou a todos no set com uma maçã envenenada. Ah, desgraçada.
*A Maça:

2 comentários:

MEL / Regina disse...

Pééééra... acho q me perdi enquanto ia fazer o struddel

Tudo sobre copos e cinzeiros. disse...

Precisa ter calma para se ler e prestar muita atenção, talvez, dependendo do seu grau de autismo, até uma explicação, sim eu precisei.

Mas é uma história hilária, digna de quem a escreveu!