Desde que o mundo é mundo... o crioulo doido é o melhor samba.
Julieta menina. Rica sem causa. Depois da morte do Romeu, apaixonou-se por um homem casado e acreditando veementemente que ele a amava, o então, casado não era. Vestida do costumeiro tom trágico, mordida pela cobra do éden, suicidou na fogueira de sua própria vaidade, deixando apenas uma carta contendo a letra de ‘A Maçã’*.
Joanna ouvia vozes, ouvia vozes a Joanna, que lhe diziam que ela não era como as outras. Pobre cérebro de Joanna. Uma peça defeituosa da fábrica, que não sabia ser uma peça, não sabia ser de uma fábrica, não sabia que tinha defeito. Surtada Joanna tapou os ouvidos e nua saiu no carnaval. Sobre um alegórico jegue branco, a surda não dera atenção, que o ruminante era pra ser ocupado pela princesa sem noção.
Eva casada, lavando roupa sobre pedra-pomes na beira do rio, estava a ser observada por um homem, aquela moça tinha algo especial. Convidou-a para ser sua garota do Lotação. Pois que no meio da madrugada o telefone acorda o carnegão. Era a ingrata. Matou a todos no set com uma maçã envenenada. Ah, desgraçada.
Ó pedaço de mim, metade exilada de mim... Sem seu toque, sou como poesias mortas em livros nunca antes abertos;
Ó pedaço de mim, metade exilada de mim... Sem seu olhar, sou apenas um palhaço triste de um circo pobre que carrega dentro do peito sentimentos nobres;
Ó pedaço de mim, metade exilada de mim... Sem seus beijos, sou mais infeliz que crianças que nunca riem;
Ó pedaço de mim, metade exilada de mim... Sem você o saber, vou "chicando"com todo o meu ser
Relacionamento é bom... Até quando é ruim é bom. Eu já tive namorado de tudo quanto é jeito: - Vegetariano, - Diabético - Louco (mesmo, tentou até me matar) - Enrolado - Descolado
Com todos eles eu aprendi uma coisa muuuito importante
SER MAIS EU!!! AMAR PRIMEIRO A CLAUDIA REGINA MEL!!
Pode parecer egoísmo, mas não vamos ser tão exagerados, conhecer-se e amar-se acima de tudo, significa que você sabe onde estão seus limites, e que vc é uma pessoa e como tal merece ser respeitada.
Vive às perpendiculares e de cara com a paralela entala com a espinha do verbo agir. Observa becos e seus telhados envidraçados por onde no escuro gosta de gatear. Na noite, seus espécimes de tão diferentes, são pardos e a gata fazendo nhé nhé nhé por tudo quanto é ladeira. Não fosse a bichana de Nietsches, umbandas e quizumbas botequísticas acostumada a cantar pelos muros e a levar sapatadas, não estranharia a felina sapiens se render com olhar agateado, a ronronar num peito que é tão vadio quanto o dela. Preguiçosa, a largada estica todo o corpo querendo aquilo a que paciência diz não. E de tão gata já está até virando um cão uivando pra lua sem conseguir atravessar uma porra de um portão.
Dois ridícOlos e uma ridícOla perdidos no inferno.
pq? pq é o meu resumo no Just Fest, que valeu a pena pelo kraftwerk [ainda tô meio anestesiada, show do caraaaaleeeeo] e tbm pelas performances do Loko no show do radiohead.
pq? bem, sem medo de ser piegas, vai prá minha "alma gêmea da alma", aquela onde o sexo não existe, aquela que sei que o amor é eterno, que a cumplicidade é recíproca, que eu penso e ela fala, e ela fala enquanto eu penso, isso qdo não falamos juntas.
aquela que não tem medo de amar, que deixa a bola rolar, se entrega, vive, se apega e luta.
que esse amor que vi nascer deixe de ser ausente e a felicidade esteja presente todos os dias.
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nhé! vou colar letra tbm... fazia tempo que não ouvia e qdo ouvi na hora pensei na história deles. pq já gargalhei mto dessa história, mas tbm já chorei junto... ai, que me dão um trabaaaaalho!
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cuidá dum pé de milho, que demora na semente meu pai disse meu filho, noite fria, tempo quente lambada de serpente a traição me enfeitiçou quem tem amor ausente já viveu a minha dor no chão da minha terra, um lamento de corrente um grão de pé de guerra, pra colher dente por dente
se pudesse escolher entre o querer e o não querer voltaria no tempo sem temer
olharia sem sentir
conheceria sem enxergar
cantaria sem rimar
seduziria sem gostar
falaria sem pensar
agora, no silêncio do momento sem notas, nem batuques, sem ritmo, nem nada me guardo... ...aguardo... ...desejando... do amante, o amigo do corpo, a alma da lembrança, a presença do ontem, o agora
:: Lau Cris :: vinda ao mundo em 70, contribuiu com nosso quadro social em 93 com Victor e em 02 com Luísa, formada em direito, que achou torto, tornou-se de centro-esquerda, saindo pela tangente como empresária, o que lhe dá o direito de ser o que quiser quando crescer :: empresta ao d4 suas mais variadas inclinações [escritora, bailarina, atriz, dda, toc...] dependendo da hora, da cor e do cheiro.
:: Carol :: tripla-mãe de lindas princesas reais, designer gráfica por opção e freela por falta de opção, boêmia nata com 32 anos bem vividos, dona-de-casa(?) e de um par de havaianas velhas, não sabe cozinhar mas mexe com tear de olhos fechados, não gosta nem do frio nem do calor mas é raro alguém lhe tirar o bom humor :: zeladora do d4 cuida da faxina e do café, além de vez por outra meter-se a escrever.
:: Mel :: batizada como Cláudia Regina em 82, adota o nome de guerra há anos :: sincera, atrapalhada, fala alto [mto alto e com um timbre ímpar] mas fala sempre a verdade :: autenticidade em pessoa, amiga ao extremo e batalhadora das causas perdidas :: ela por ela mesma, sempre!!! com outros sítios pela blogosfera, não resistiu ao d4 e contribui com suspiros aleatórios por aqui.
:: Vinicius ::que não é de Moraes, autodidata dele mesmo, e de contrabaixo, faz um mousse de limão como ninguém :: em 87 nasceu em berço de bronze quase lata, mas quem disse que lata não é uma boa coisa também? de alma socrática, que não faz o estilo “brahmeiro” de ser, mas que gosta de uma boa cerveja :: estima mais o que vale menos, e menos o que vale mais :: niilista, magro, alto, velho precoce, adora novos desafios :: sempre com perguntas em forma de ferida, e respostas em forma de cura - ou mais feridas, quem sabe? Vinicius com u, e sem acênto.
colaboradoram nas rapidinhas
:: Rogério :: engenheiro que preza pela sinuosidade, nasceu junto com o movimento punk nos anos 70, um frustrado nato [futebol, sacerdócio, música e cinema] mas que não desiste nunca de produzir :: o que é autêntico lhe atrai, questionador da ordem mundial em qualquer tempo, trabalha no canal carteziano, mas não se furta de buscar inspiração nas experiências da vida :: voyer do d4gosta de uma rapidinha sempre que possível.
:: Mongovo :: nasceu Felipe em 85, virou Mongovo no ano passado e eu perdi o perfil dele no meio da feijoada [sim, a zeladora] e ainda estou procurando o paio prá ajudar :: ao d4 entrou mostrando entusiasmo mas pouco tem contribuído, e fazer d4 não é para todos e tem que ter disposição :: entonces, 15 dias contados a partir de hj [28.08] ou sua vaga será leiloada [entre tapas e beijos, of course, baby!]